Casa de Dia, Casa de Noite

Autor Osamu Dazai
ISBN 9789895644148
PVP 20.99€ (IVA incluído) Preço fixo até 30-11-2022
1.ª Edição junho 2021
Edição atual
Páginas 352
Dimensões 150x225x23 mm
Idade 18+
Categoria Adultos

Prémio Nobel de Literatura

Casa de Dia, Casa de Noite, primeiro romance-constelação de Olga Tokarczuk, foi vencedor do Prémio Günter Grass e do Prémio Nike ainda antes de a autora receber o Prémio Nobel.

A vida na pequena cidade de Nowa Ruda, situada no coração da Europa, num território de passagem e de fronteiras instáveis, onde povos, guerras e regimes se sucedem, não é tão simples como aparenta ser. Os seus mais recentes habitantes polacos ocuparam as casas deixadas vazias pelos alemães em fuga no final da guerra, e nos bosques em redor há muitos segredos que se escondem debaixo da terra. Com a ajuda de Marta, a sua velha e sábia vizinha, a narradora deste romance, recém-chegada à cidade, vai reunindo as histórias surpreendentes deste lugar, compondo um novelo de mitos, sonhos, episódios anedóticos, que muitas vezes transcendem o visível e o racional, misturando passado e presente.

«Olga Tokarczuk construiu um romance em forma de árvore, como a Internet, no qual explora todas as dimensões de um mesmo lugar.» — Le Monde

«Tokarczuk é uma escritora que redescreve talentosamente o mundo.» — The New Yorker

Tradução do original polaco por Teresa Fernandes Swiatkiewicz.

Osamu Dazai

Osamu Dazai (pseudónimo de Tsushima Shüji, 1909 - 1948) é considerado um dos mais importantes escritores japoneses do século xx. De origens aristocráticas, mas de espírito rebelde, dedicou-se à actividade política, ingressando em movimentos de esquerda, sem nunca porém conseguir integrar-se ou partilhar plenamente dos seus ideais. Atingido por uma profunda crise existencial, abandona os estudos, entregando-se à escrita e caindo numa dependência sempre crescente de álcool e estupefacientes. 
Às suas primeiras obras (Os Últimos Anos de Vida, 1936), seguem-se narrativas onde estão patentes o desconforto espiritual e o desejo de desafiar os códigos sociais (A Mulher de Villon, 1947; O Sol Extingue-se, 1947), que constituirão marcos de uma nova literatura, culminando naquela que é reconhecida como a sua obra-prima, o romance Não-Humano (1948). 
Após diversas tentativas falhadas de suicídio, morre afogando-se no rio Tamagawa.